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Inglaterra - HarperCollins Publishers Ltd.
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Uma adaptação do livro para o cinema nos moldes de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa e PrÃncipe Caspian, foi produzido pela Walden Media em parceria com a Twentieth Century Fox.[1] O filme foi lançado no dia 10 de dezembro de 2010.
Apesar da história deste livro estar menos envolvida pela temática cristã, ela se destaca por conter uma referência muito direta sobre o propósito das Crônicas de Nárnia.
Uma das referências cristãs é a transformação no caráter de Eustáquio, que depois de ser transformado em dragão, acaba por se arrepender do comportamento que teve desde que tinha chegado a Nárnia. Esta transformação é selada num cerimonial de batismo em que Aslam pede que Eustáquio deixe a pele de dragão para trás, representando o nascimento de uma nova criatura.
Também fica claro que isso é algo possÃvel apenas com a ajuda de Deus, e impossÃvel apenas com a força humana, sendo explicitado quando Eustáquio tenta se livrar da pele de dragão sem sucesso, conseguindo-o apenas quando o próprio Aslam usa suas unhas para arrancar a pele dele. Por final ocorre o batismo que como o próprio Eustáquio relata, deixar as coisas do mundo dá dor, mas dá alegria saber que se está entrando a uma nova vida:
| A princÃpio ardeu muito, mas em seguida foi uma delÃcia | — Eustáquio
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As outras referências estão no final do livro, quando Edmundo, Eustáquio e Lúcia atingem o fim do mundo e são recebidos por Aslam que assumiu a forma de um Cordeiro, uma forma bÃblica de se referir a Jesus. Em seguida, ao revelar para Edmundo e Lúcia que não poderiam mais voltar para Nárnia por estarem crescendo, Aslam revela também estar em nosso mundo. Então completa:
| Estou, mas em seu mundo tenho outro nome. Vocês têm que aprender a conhecer-me por esse nome. Foi por isso que os levei à Nárnia, para que, conhecendo-me um pouco, venham a conhecer-me melhor | — Aslam
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Esta frase explicita de forma muito direta o propósito com que C. S. Lewis está colocando a temática cristã dentro das Crônicas de Nárnia.
Alguns cristãos tomam a liberdade de estabelecer um paralelo entre a história de Eustáquio com a história de Paulo de Tarso, narrada na BÃblia nos Atos dos Apóstolos. Tal comparação se baseia na mudança que Paulo passou de perseguidor descrente, para lÃder e pregador.
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